03/12/10

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G. Montenegro.

11 comentários:

  1. Em que, afinal de contas, todos estes debates em torno destas questões beneficiam o ser humano antes ou depois da conversão? Paulo em seu tempo, já preveniu Timóteo para que não perdesse tempo com estas coisas inúteis. Existem sim,questões a serem estudadas das quais dependem a nossa verdadeira adoração. Por exemplo: Qual é o Deus em quem acreditamos.O Senhor Jesus disse que nossa salvação depende de conhecermos a Deus, o Pai, e a ele próprio, Jesus, o filho de Deus. Como Deus opera certas coisas em relação a salvação, pode ser interessante para quem gosta de refletir sobre as coisas, mas não tem valor algum sobre a ação de Deus operada através do seu espírito no homem para seu aperfeiçoamento para a salvação.Se estes homens do passado tivessem usado todo o seu potencial intelectual para conhecer melhor a Deus, e, quem sabe, descobrir o que realmente Ele estava dizendo a igreja através das profecias,hoje o cristianismo poderia, estar em melhores condições de testemunhar de seu Deus e seu salvador a este mundo que jaz nas trevas de Satanás. As lições que temos nas páginas da Bíblia sobre o que os apóstolos do cordeiro ensinavam, eram todas de caráter prático, para que as pessoas entendessem como Deus havia colocado o plano de salvação do homem em ação, primeiro através de simbolismos, ou, antiga aliança, depois através da manifestação de cristo, ou, a nova aliança em ação. Especulações em torno de questões, cujo propósito é apenas o de saciar a curiosidade de pensadores e intelectuais,não vão justificar ou condenar o homem perante Deus, portanto são tolas e frívolas. Quanto aos concílios promovidos pelas igrejas em geral,cuja pretensão é de determinar ao homem no que e em como ele deve crer, a respeito de Deus, o Pai do Senhor Jesus e suas obras, cuja finalidade não seja para resolver problemas reais, em relação a vontade de Deus para os salvos em cristo,sejam todos anátema. Pois violam o sagrado direito de sã consciência, este sim concedido por Deus ao homem que crê, para que este, segundo o propósito do Pai, tenha poder e autonomia sobre sua própria fé em Deus. Manipular a consciência alheia, seja por meio de sofismas ou por força, com certeza vai exigir um auto preço a ser pago pelos manipuladores da fé alheia, diante de Deus.Sirleide da Rocha.

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  2. Da. Sirleide da Rocha,

    O modo como a Igreja de Cristo ensina, prega e vive depende completamente do quão fundadas nas Escrituras estão os seus ensinamentos, e como ela os relaciona.

    Tome por exemplo o tópico sobre "graça e livre arbítrio". Para a maioria dos cristãos, tais questões seriam sem importância. Entretanto, o modo como nós entendemos a graça vincula completamente o modo como falamos na graça, dentro e fora de nossas igrejas. O modo como entendemos o papel do livre arbítrio na salvação determinará o modo como entendemos o perdão, a eleição divina, a conversão, etc.

    Por exemplo, a forma como os evangélicos evangelizam aqui no Brasil está completamente determinada por uma visão semipelagiana, ainda que a maioria sequer imagine o que seja "semipelagianismo". Ignorância a esse respeito apenas ajuda a aumentar o abismo entre a pregação dos Apóstolos e a pregação do nosso tempo.

    NESSE sentido, tais questões não apenas "beneficiam o ser humano antes ou depois da conversão". Perceba a metalinguística do problema: o modo como entendemos "beneficiam", "ser humano" e "conversão" dependem totalmente disso.

    Perceba que V.Sa. dá a questão já por encerrado quando afirma "Existem sim, questões a serem estudadas das quais dependem a nossa verdadeira adoração." Ou seja, já se apresenta uma resposta pronta e definida para o problema.

    Cabe perguntar: quem define quais são as questões a serem estudadas e as questões a serem ignoradas? Me parece impossível que as questões discutidas nas próprias Escrituras devam ser negligenciadas.

    Ao afirmar "Se estes homens do passado tivessem usado todo o seu potencial intelectual...", V.Sa. faz passar em silêncio toda a gama de pensadores, filósofos e teólogos que deram suas vidas e todo o seu 'potencial intelectual'. Pode-se até discordar de suas conclusões, mas não se pode discordar de que o cristianismo está, em sua história, repleto de personagens que se deram completamente ao labor intelectual.

    Concordo que são tolas as questões cujo propósito é saciar apenas a "curiosidade de intelectuais". Entretanto, o que me parece é que a Sra./Srta. já tem definido de uma vez por todas quais questões se encaixam aí e quais não. Quais questões devem ser discutidas e quais não devem. Lembre-se que questões que aos seus olhos parecem mera curiosidade podem, entretanto, influenciar completamente seu modo de entender todas as coisas, e de uma forma que inicialmente a Sra./Srta. não imaginaria.

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  3. Sr Gyordano, ouço falar que Deus "quis"(não sei se esta é a forma correta de dizer rsrsr) que no concílio(não me lembro qual fora dito) que a biblia tivesse apenas 66 livros diferenciando dos católicos, de que forma o Sr entende essa questão? Deus realmente teve essa intençã? Dizem também que " nenhuma folha cai da arvore se não for da permissão de DEUS" o que o Sr acha dessa também? Outra coisa, entre a morte do último apóstolo até a reforma protestante de que forma o Sr entende que DEUS tenha conduzido a igreja? Através de quais pessoas podem ser lembradas como mártires nesse espaçõ de tempo. Por favor.

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  4. Não existe esse "Concílio".

    A diferença entra a Bíblia Católica e as Bíblias Protestantes surgiu por outro motivo: a Bíblia Católica oficial era a Vulgata Latina, que tinha os livros deuterocanônicos. O Antigo Testamento da Vulgata Latina baseia-se no texto da Septuaginta, que é a versão GREGA do Antigo Testamento (ou seja, a tradução do Antigo Testamento para o Grego).

    Esta versão grega surgiu quando os judeus ainda se utilizavam dos livros deuterocanônicos.

    Quando os protestantes decidiram traduzir a Bíblia para as línguas nacionais (alemão, inglês, etc), utilizaram-se do Antigo Testamento em hebraico, não da versão grega. Ora, o Antigo Testamento em hebraico não tem os deuterocanônicos, porque os manuscritos usados nessa tradução são medievais, datando de quando os judeus não mais utilizavam os deuterocanônicos. Foi aí que surgiu essa distinção.

    Quanto a dizer que "nenhuma folha cai da arvore se não for da permissão de DEUS" (sic), trata-se de um chavão popular. Ainda assim, concordo completamente: Deus é o sustentáculo de toda a criação (Romanos 11:36; Hebreus 1:3).

    Entre a morte do último apóstolo até a reforma protestante, Deus conduziu a sua Igreja da mesma forma que conduz hoje. A Igreja é uma sucessão contínua que vem desde o tempo dos apóstolos, sem interrupção.

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  5. Sr. Gyordano, dizem que no relato biblico de Abel e Caim, houve fé pela parte de Abel ... outros alegam ter sido a oferta dele ... e outros que a fé dele ajudou na oferta. E nesses três grupos há os mesmos "pilares" para defenderem suas posições o livro de Aos Hebreus 11:4(dizem ter tido tratamento diferente por parte de DEUS e era a fé de Abel). Chegam a conclusão que Caim era o predileto devido a (Gn4:1) enquanto não se ha nada a respeito de Abel ao seu nascimento e, quando Caim fora rejeitado por Deus vindo a matar aquele que era uma ameaça para ele. Como o Sr. vê esse relato biblico

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  6. Sr. Gyordano tenho um conheccido judeu messianico que diz que para eles não há deidade em Cristo, o que há nele é divindade, que nada mais é do que atributos divinos recebidos de Deus.
    Em Deuteronômio 4 há um mandamento de Deus de não fazer um deus com forma humana, e que pra eles tem relação com o fato de o Messias não poder ser Deus: Justamente quando Deus fala da sua "imagem", ele diz claramente para prestarmos atenção porque NÃO VIMOS FORMA DE HOMEM ou animal. Ou seja, com isso ele comprometeu plenamente qualquer possibilidade de "encarnação de Deus".
    Poderia me explicar a forma como o Sr. entende por favor..

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  7. Sobre Abel, o texto citado (Hebreus 11:4) responde à pergunta. Não se trata de "fé" simplesmente, mas em PELA FÉ apresentar a oferta.

    Sobre "deidade" e "divindade", são palavras sinônimas. Ambas significam a característica daquilo que é divino; simplesmente uma se origina do substantivo latino "DEUS" e a outra do adjetivo latino "DIVUS" (divino), ambas no mesmo campo semântico. O judeu messiânico ao qual o Sr. se refere não faz ideia do que está falando. Em segundo lugar, Deus não reparte atributos divinos a ninguém: "E a minha glória não a darei a outrem" (Isaías 48:11b). Na realidade, a Bíblia claramente chama a Jesus de Deus (João 1:1; 20:28).

    Sobre a imagem de escultura, o argumento está equivocado. A forma de homem foi tomada DURANTE a encarnação (Filipenses 2:5-8); o Pai NÃO TEM forma de homem. Sua forma é forma de Deus, que é espírito.

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  8. Bom dia, ainda não entendi poderia por favor me explicar melhor, sobre essa parte ;"...Não se trata de "fé" simplesmente, mas em PELA FÉ apresentar a oferta."

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  9. A questão não é FÉ ou OFERTA, mas FÉ e OFERTA.

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  10. Desculpe se puder apagar essa anterior ... a pergunta certa é ...Sr. Gyordano no relato da tranfiguração Moisés estava em espirito e Elias corporeamente? Pois não se há relato de que Elias houvesse morrido. Assim como o caso de Enoc, isso não contradiz o comentario de Paulo. Como o Sr. interpreta essa relato, por favor.

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    1. Como eu interpreto? Simplesmente não interpreto. A Bíblia não me fornece subsídios suficientes para uma completa interpretação do evento.

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